O Governo de Santa Catarina deve lançar ainda em abril o edital para a duplicação da rodovia SC-416, importante ligação entre Garuva e Itapoá, no Norte do estado. A obra é considerada estratégica por atender diretamente o acesso ao Porto Itapoá e a outras operações logísticas da região.
A previsão é de que o investimento chegue a cerca de R$ 220 milhões, com abertura do processo licitatório nos próximos dias.
Trecho é considerado essencial para logística portuária
A SC-416 tem aproximadamente 25 quilômetros de extensão e funciona como um dos principais corredores de acesso ao litoral norte catarinense, conectando a BR-101 à região portuária.
Além do Porto Itapoá, a rodovia também atende o escoamento de cargas de outros terminais e empresas instaladas na região, o que reforça a necessidade de ampliação da capacidade da via.
Projeto prevê uso de concreto para maior durabilidade
A proposta de duplicação inclui a construção de uma nova pista ao lado da atual, utilizando pavimento rígido (concreto). A escolha do material leva em conta o alto volume de veículos pesados que circulam diariamente pelo trecho, especialmente caminhões.
O modelo adotado prevê que o tráfego seja desviado para a nova pista após a conclusão inicial, permitindo a recuperação da estrutura existente.
Obra não está ligada a compensações entre estados
Apesar de envolver um trecho próximo à divisa com o Paraná, a duplicação da SC-416 não integra acordos de compensação relacionados a royalties. O projeto faz parte de um pacote próprio de investimentos em infraestrutura rodoviária na região norte catarinense.
Impacto esperado vai além do transporte de cargas
Para Itapoá e municípios vizinhos, a duplicação da rodovia deve trazer reflexos que vão além da logística, com expectativa de melhoria na segurança viária e nas condições de tráfego para moradores e trabalhadores.
A obra também é vista como um passo importante para acompanhar o crescimento econômico da região, impulsionado principalmente pela atividade portuária.
O início efetivo dos trabalhos ainda depende da conclusão do processo licitatório, mas a previsão é de que as obras comecem após a definição da empresa responsável.






