A investigação da Operação Catilina, deflagrada na manhã desta quarta-feira (29) pelo Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), com apoio do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (GAECO), permanece sob sigilo judicial.
A operação cumpriu oito mandados de busca e apreensão em Itapoá, em endereços vinculados a três investigados. Segundo o Ministério Público, a apuração busca esclarecer a suposta atuação de uma organização criminosa para influenciar o cenário político do município.
Os materiais apreendidos durante as diligências foram recolhidos e serão submetidos à análise da Polícia Científica. Posteriormente, as evidências serão examinadas pelo GAECO para auxiliar na continuidade das investigações, identificar outros possíveis envolvidos e aprofundar a apuração dos fatos.
Até o momento, o Ministério Público não divulgou a identidade dos investigados nem informou se houve novas medidas judiciais além dos mandados de busca e apreensão. Em razão do segredo de Justiça, detalhes sobre o conteúdo das investigações permanecem restritos.
O Jornal Em Foco acompanha o caso e atualizará seus leitores assim que houver novas informações oficiais divulgadas pelos órgãos responsáveis ou autorização judicial para a publicidade dos autos.






